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Xanda Nascimento: sócia diretora da Nossa Galeria de Arte, primeira galeria condecorada com a Medalha Tiradentes (maior honraria do Estado do Rio de Janeiro), artista plástica e multimídia, webdesign master, colunista cultural, poetisa, curadora de arte e gestora cultural. É verbete da Enciclopédia Itaú Cultural, do Mapa de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e do Catálogo Online de Arte da Nossa Galeria de Arte."





 

Mineira radicada em Brasília-DF, Elda Evelina é artista plástica e tecnológica, palestrante, escritora, além de produzir vídeos a partir de sua produção artística e literária. Elda tem como lema de vida e meta de trabalho o "compartilhar" e nesta entrevista ela compartilha sua trajetória artística e motivadora história de vida.

 

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Xanda - Qual foi seu primeiro contato com as artes? Como elas integraram sua percepção de mundo?

Elda Evelina - Eu já navego pela música, desenho e arte com papel desde a minha infância, incentivada pelos meus pais. Vim de uma família musical. Estudei música até minha adolescência e nunca me desliguei da percepção musical. A música sempre fez parte da minha vida. Gosto de trabalhar com a pintura e a escrita tendo a música como pano de fundo. O ritmo e a melodia interferem no meu trabalho, por isso escolho o tipo de música de acordo com o tipo de trabalho a ser desenvolvido. Por vezes, a própria música é que escolhe como eu vou ser levada para o trabalho.

Em seu site você disse que todos os seus trabalhos têm início no seu coração. Como se dá o seu processo criativo? Que tipo de sentimento você deseja transmitir com sua produção?

Não vejo como fazer arte, em suas mais variadas formas de expressão, que não seja movida pelo coração. Para mim a arte é a própria expressão da Alma, do sentimento que trazemos em nós. Meu processo criativo é startado de várias formas. Por vezes eu já estou com uma ideia pronta, seja na pintura, desenho ou escrita e, então, parto para a concretização. Em outros momentos eu quero realizar algo específico e fico trabalhando mentalmente o que escrever ou pintar. Fico elaborando no meu imaginário por horas ou até mesmo dias - o que fazer, como fazer, caminhos e etapas que devo seguir etc. - até perceber que o trabalho está pronto na mente. A partir de então, vou para a concretização da ideia. O sentimento que me move é sempre o de expressar algo que possa sensibilizar outras pessoas.

   Clique aqui para ver o processo criativo de Elda Evelina.


Partindo da afirmação de que o início do seu trabalho é intrínseco. Quais apropriações extrínsecas são absorvidas pelo seu coração e expressas através da arte?

Pássaros, flores, nuvens no céu, lua, sol, estrelas, atitudes e emoções do Ser Humano. Caso seja sensibilizada por algo, eu me vejo impulsionada a refletir sobre aquilo e, na maior parte das vezes, sou impulsionada a escrever ou pintar algo relacionado ao sentimento que me mobilizou, até mesmo as duas coisas.

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Suas pinturas têm como parte integrante textos que refletem sua preocupação com o Ser Humano, sua relação com a Natureza e com Deus. Qual o seu objetivo dessa conexão obra-mensagem?

Como disse antes, meu contato com a arte vem de muitos anos. Com a escrita poética/literária, de forma mais contundente, comecei meu navegar nos anos 90. Não obstante já ter escrito alguns textos - poemas e reflexões - na minha adolescência. Ao iniciar este processo criativo com as letras, pensei em combinar as duas formas de expressão - pintura e palavras. Até um determinado momento nesse caminhar, todos os meus trabalhos com a pintura ou desenho tinham como parte integrante um texto, invariavelmente. Hoje, nem tanto, há muitos desenhos ou pintura que não mais estão vinculados a algum texto, mas são em minoria. Por vezes é o texto que "pede" uma arte, em outros momentos é uma pintura que "exige" um texto. Quanto ao objetivo... o meu foco principal é o texto, levar uma reflexão às pessoas. A mensagem é sempre de paz, amor e imersão na energia de criação do Universo. À época em que comecei esse processo, acreditei que a pintura viesse proporcionar um interesse especial maior do que o texto solitário. Assim, resolvi conectar as duas coisas - a imagem convidar às palavras. De início, um texto que tivesse uma ilustração. Depois começaram as artes que pediram um texto que as completassem.

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Você utiliza recursos como softwares modernos, tablet, mesa digitalizadora, arquivos em altas resoluções para trazer ao mundo digital sua poética plástico-visual. Como as dicotomias entre sensibilidade e intelecto, coração e mente, ciência e espiritualidade, arte e tecnologia influenciam as expressões estéticas de suas pinturas eletrônicas?

Interessante a sua pergunta. Gostei de você trazer este tema à nossa conversa. No meu caso, não vejo como fazer o que gosto sem estar conectada à sensibilidade, espiritualidade, ciência, tecnologia. Estão tão interligadas que não vejo como me expressar sem estar envolvida com todas essas áreas. São um todo inseparável para mim. Sempre gostei de tecnologia, é como se fizesse parte do meu Ser. Na minha infância eu desenhava naves espaciais e astronautas nos meus cadernos, por exemplo. E isso foi no mínimo há 55 anos! Sempre gostei de estudar, de ler, de pensar sobre o que leio. Aos doze anos comecei a escrever à máquina (à época, maquina de escrever manual) e isso me encantou. Normalmente tenho dificuldade, com o escrever à mão, no acompanhar o meu raciocínio. O escrever à máquina facilitou muito esse processo. Imagine então quando tive acesso ao computador!? Foi a solução para essa minha dificuldade. A agilidade no digitar proporciona muito conforto ao escrever. Há aproximadamente 25 anos tive contato com alguns softwares (hoje denominados aplicativos) para desenho, até mesmo para produção de animação. Meus olhos brilharam, literalmente. Mais recentemente, há aproximadamente 17 anos, introduzi o Photoshop no meu trabalho. Primeiro para a arte digital com fotografias, depois com utilização dos recursos para desenho e pintura. Hoje trabalho com o ArtRage e o Photoshop no computador e o Procreate e o Amaziograph no iPad. São excelentes, com recursos muito interessantes e muito ricos em opções. No entanto, nada disso se compara a pegar um lápis, caneta, pincel entre os dedos e trabalhar na tela ou no papel.

De que forma a pintura e a fotografia participam da composição da sua arte tecnológica?

Para mim são artes independentes. Ter uma máquina fotográfica na mão, registrar um momento, um pássaro, uma flor, a lua, o pôr-dosol, o nascer do sol, é muito especial. Ter um papel à frente e uma ideia a concretizar também é muito especial. Atualmente tenho trabalhado mais com arte no papel. As composições artistas ocorrem cada uma na sua própria área de expressão. A interação entre o pintar ou desenhar, o fotografar e o computador ocorre no levar a imagem para publicar no meu site ou compartilhar de outra forma, nas redes sociais, por exemplo.

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Você é certificada como Artista Plástica Profissional e como Agente Cultural de Artes Plásticas e Literatura pela Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal. Como avalia a profissionalização da Arte para a fruição e fortalecimento do produto cultural no mercado de arte?

Eu procurei as certificações com o objetivo de aberturas de portas para exposições e reconhecimento profissional. De início, é muito importante esta providência. As galerias e os profissionais valorizam muito e precisamos estar vinculados a associações que proporcionam oportunidades para exposições, participações em eventos artísticos. Um outro aspecto que considero de grande importância é de o artista, vinculado a instituições ou associações profissionalmente constituídas, ter mais empenho no seu desempenho artístico e na busca pelo seu aprimoramento e proficiência.

Sua carreira artística é pontuada por exposições de âmbito nacional e internacional, conquistando prêmios e menções honrosas, inclusive do MASP, como vê a chancela curatorial das instituições culturais para legitimar o artista e sua obra no mercado de arte?.

É sempre uma referência importante na relação artista versos espaços culturais e mercado da arte. Como é também importante para o artista, como reconhecimento do seu trabalho, da sua capacidade de elaboração de ideias, criatividade e capacidade produtiva.

Notei que a representação do olhar está presente em muitas obras suas. Nas obras “Consciência e responsabilidade”, de 2012, produzida ao vivo para o projeto “Brasil Eleitor” do TSE, e "Olhar Brasileiro”, de 2014, cujo olho chega a “chorar” no vídeo criado para ela. A mensagem que você deixou referente a primeira obra diz que “precisamos saber escolher corretamente nossos representantes, tanto na área do Legislativo quando na do Executivo” e, para a segunda obra, sua mensagem fala que “talvez não saibamos como fazer, mas sabemos onde queremos chegar“. Hoje, como você representaria esse olhar?

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Antes de responder, gostaria de fazer uma observação. Quanto ao Olhar Brasileiro, originalmente a obra foi criada como homenagem ao Brasil em uma das comemorações do 7 de setembro. Em determinado momento, quando vivíamos uma crise social e política, fiz um novo vídeo com a mesma obra, acrescentei um comentário ao texto original, como também a lágrima, para registrar a minha tristeza por aquela situação. Bem, com relação à pergunta propriamente dita... ainda observamos uma certa ingenuidade em alguns de nossos eleitores, ou falta de informações necessárias para fazer suas escolhas; em outros, a expectativa de abrir oportunidades mais favoráveis elegendo este ou aquele candidato, desconhecendo as reais funções desse ou daquele cargo, acolhendo como possíveis algumas promessas oferecidas. Em todas as circunstâncias, dificuldades que se nos apresentam para podermos escolher de forma objetiva e lúcida. Mesmo diante deste quadro que pintei com minhas palavras, meu olhar é de esperança, sempre. Não podemos nos esmorecer em qualquer hipótese! O exercício do nosso direito de escolha, da nossa liberdade de expressão é importantíssimo e creio na capacidade de cada um de nós ser despertada e mostrar-se firme e determinada na execução de um caminho de transformação. Não há evolução, nem progresso, sem que sejamos impelidos por uma perturbação, comoção, que nos impulsione a despertar e buscar novos olhares, novos caminhos.


   Clique aqui para ver a obra "Consciência e responsabilidade".
   Clique aqui para ver a obra “Olhar Brasileiro”.

O cenário político atual mostra que ainda não sabemos como fazer para chegarmos onde queremos chegar. Você acredita que saberemos escolher nossos representantes ou continuaremos a chorar?

Creio que a questão não é de só não sabermos como fazer para chegarmos onde queremos chegar. Começa pelo não sabermos o que realmente queremos e se o que pensamos querer seja o melhor para nós. Também precisamos ter um olhar bem crítico para a seguinte questão: quando escolhemos, ou assumimos algum posicionamento social ou político, estamos imbuídos do sentimento pelo nós, pela Nação, pelo bem-estar das pessoas em geral, ou temos só a perspectiva do eu, dos nossos familiares ou até mesmo de outros que nos sejammais próximos? Considero de profunda importância esse posicionamento, pois, enquanto tivermos em mente só interesses particulares, os interesses da Nação ficam em segundo ou terceiro plano e, assim, nada dará certo para o País como um todo. Em contrapartida, se pensarmos na Nação como um todo, no que seja melhor para todos os seus integrantes, haverá maior probabilidade para promoção social mais justa, política com mais ética, educação mais democrática e mais eficaz.

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Em 04 de maio de 1993 você sofreu um grave acidente automobilístico. Como você define a artista Elda Evelina antes e após o acidente? Quais os reflexos deste limiar histórico na sua produção artística e literária?

Interessante pergunta. É verdade que o acidente que sofri foi de certa forma um divisor de águas em minha vida. Passei por situações muito difíceis. Dificuldades quase extremas. Sequelas posso dizer assustadoras, ainda que temporárias: fratura de duas vértebras cervicais - C1 e C2; perda significativa do canal medular C2, fratura de crânio; fratura de quatro costelas, com lesão sem grande expressão do pulmão direito etc. Por um longo tempo tive dificuldades cognitivas que dificultavam ou impediam compreensão de textos, lembrança de fatos, nomes, reconhecimento de lugares e outros. Fiquei em cama hospitalar, em casa, por vários meses. Dependendo de ajuda para praticamente tudo Foram experiências muito complicadas. Não se sai de uma experiência assim sem que sejamos transformados de alguma forma. Valores ficam mais intensificados, abrimos nossos olhares para outros valores não tão importantes até aquele momento. Respondendo objetivamente à sua pergunta. Quanto à parte artística ela realmente veio a se intensificar pois, uma coisa que eu conseguia fazer, sem maiores problemas depois de alguns meses, foi desenhar. A leitura ainda se mantinha um problema. Cheguei a ser aposentada exatamente pela minha falta de capacidade laborativa - dificuldades na movimentação corporal, capacidade intelectiva; choques na cabeça... vamos ficar por aqui. Em um determinado momento, pouco mais de um ano depois, decidi tentar registrar o que havia acontecido comigo. Fui escrevendo alguns fatos que mantive na memória e este trabalho foi acontecendo aos poucos.

E por falar em literatura, conte-nos o que a levou a publicar seu primeiro livro?

Meu primeiro livro foi exatamente aquele em que registrei algumas experiências que precederam o acidente, o acidente e suas implicações e a determinação em vencer as dificuldades que vivenciara. A tiragem da publicação foi toda direcionada à doação. Queria que as pessoas viessem a sentir a minha emoção e força em vencer os problemas, as restriçoes decorrentes das sequelas, e também buscassem a mesma força e determinação para suas vidas. Fiz mais duas edições desse livro, também para doação.

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Hoje, você tem 24 livros publicados, quais são e como podem ser adquiridos?

Renascendo do Amor, Prece I e II, Mensagens - Livros de I a IX, Palavras do Coração, Um novo caminhar, Imagens e Mensagens, Anjos do Coração e da Felicidade Viagens, Alegria do Natal e outras histórias - coprodução com uma de minhas netas, Reflexões Evangélicas I e II, Evangelho é Amor I e II, Arte em Cores, Formas e Letras e Textos em contextos. Quase todos estão disponíveis de forma gratuita no meu site, - eldaevelina.com - para ler e fazer downloads. Alguns também estão disponíveis para leitura gratuita no site da Bookess Editora - bookess.com.br. Alguns da série denominada Mensagens, precisam ser ajustados para publicação, como os outros.

Você tem como lema de vida e meta de trabalho o "compartilhar". O que, como e para quem compartilha? Por quê? Qual a sua motivação?

Há alguns anos, quando ainda não tínhamos acesso à internet, compartilhava minhas mensagens distribuindo-as em forma de folheto através dos serviços dos Correios. Trabalho esse que começou com pequenos textos que eu colocava, diariamente, sobre a mesa das pessoas com quem trabalhava no Banco do Brasil. Sempre uma forma de proporcionar uma reflexão espiritualizada sobre a vida. Hoje, tudo o que hoje faço - pinturas, desenhos, livros, textos avulsos, palestras - é um presente de valor inestimável para mim. O pós-acidente chegou a comprometer minha capacidade de realização em vários setores da minha vida. O resgatar minha condição intelectual e poder fazer dela o foco primordial de tudo o que realizo, levame à determinação deoferecer a outras pessoas o fruto desse presente maravilhoso. Aqui um link que remete a um texto em que historio o compartilhar em maiores detalhes - www.eldaevelina.com/?page_id=139.

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Como você define a palestrante Elda Evelina e quais os principais temas abordados em suas palestras?

Tanto o estar escrevendo livros, como o proferir palestras, ainda hoje me surpreendem. Antes não me via escrevendo livros, tão somente os memorandos e pareceres na minha rotina de trabalho profissional. O escrever já está contemplado em perguntas anteriores. As oportunidades de palestras surgiram em 1998, no grupo espírita que frequento desde 1995. Começou por singelas e esporádicas reflexões. Já à época, costumávamos conversar em casa que os palestrantes deveriam oferecer sugestões sobre livros a serem lidos para ampliação da abordagem do tema oferecido por ocasião de suas palestras. Diante disso, quando do primeiro estudo que ofereci - vale a pena explicar, eu não considero meu trabalho como uma palestra, eu costumo denominar de estudo, depois explico -, eu procurei fazer exatamente isso. Produzi um pequeno folheto para ser distribuído ao público, um texto singelo e a indicação de leituras a respeito do que oferecera. A cada estudo um novo folheto que, ao longo do tempo, passou de folheto no formato A5 para um de tamanho carta dobrado me três, cuidadosamente elaborado e com reflexões mais aprofundadas sobre o tema. Em início do ano de 2011, uma pessoa que está sempre presente em apresentações que faço como estudo, comentou comigo que ela guardava todos os folhetos em uma pasta, com muito carinho. Ocorreu-me, então, transformar meus estudos em matéria para um livro. E assim foi, surgiu o Reflexões Evangélicas. O primeiro desta série. Hoje já são quatro publicados: Reflexões Evangélicas I e II e Evangelho é Amor I e II. Já há um em andamento - Aprender com o Mestre - sobre o Amor. Como os títulos já dizem por si sós, o conteúdo é essencialmente os ensinamentos de Jesus contidos nos quatro Evangelhos e nas cartas do Apóstolo Paulo dirigidas às igrejas que visitava e orientava. Por que chamo o meu trabalho de explanação do Evangelho de estudo e não de palestra? Porque o que eu realmente apresento é o resultado das pesquisas que faço sobre o tema e levo o assunto às pessoas no formato de estudo, apresentando reflexões decorrentes das pesquisas e das conclusões a que cheguei com o meu trabalho de garimpagem de fundamentos que nos levam a tentar compreender melhor os ensinamentos do Mestre Jesus, contextualizando-os , inclusive, nos dias de hoje, como a auxiliar-nos na jornada a que chamamos de vida.

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Por fim, você gostaria de deixar uma mensagem final para os nossos leitores?

Duas reflexões:
Arte e artistas
“É triste perceber que muitos não compreendem que sem a arte a vida seria vazia... de expressões, de sentimentos, de cores, de beleza, de emoções, de alegria... sabe por que? Porque os artistas estão por toda a parte dizendo, fazendo algo para tornar melhor os nossos dias. A questão é que os verdadeiros artistas trabalham no anonimato, dia-a-dia, buscando por um mundo melhor para todos e para si mesmo. A arte está além do fazer das cores, das formas, das letras, expressões perceptíveis aos sentidos. Está também, e principalmente, no acolher o outro com carinho, emocionar com um sorriso, oferecer um ombro amigo, saber ouvir quando o outro precisa de dizer o que sente, falar quando o outro precisa de ouvir algo que o enobreça e conforte. Seja um artista da vida.” Em o livro Reflexões da Alma II, Bookess Editora.

A arte e sua expressão
“A Arte poderá expressar o belo, a tristeza, o amor, o ódio, o rancor, a fraternidade, a caridade, os sonhos, fantasias, religiosidade, enfim, é a expressão das nossas emoções, das viagens de nossa alma. A Arte, independente de sua forma de expressão – artes plásticas, eletrônica, literatura, música, fotografia etc. – é um instrumento de mobilização, interação e realização. Em sendo uma expressão que se faz pública, pois o artista deseja que outros partilhem de seu trabalho e de seus sentimentos, o idealizador da obra precisa ter consciência da sua responsabilidade ao divulgar sua arte, pois, a energia emanada de sua obra certamente envolverá aqueles que vierem a ter contato com o sentimento expresso em sua obra.” Em o livro Reflexões da Alma, Bookess Editora.


 

Agradeço a Elda Evelina pela atenção e disponibilidade para compartilhar sua história com os leitores da coluna Xanda Nascimento ENTREVISTA do Boletim Cultural Digital da Nossa Galeria de Arte.

Xanda Nascimento

 

MAIS ELDA EVELINA


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