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Xanda Nascimento: sócia diretora da Nossa Galeria de Arte, primeira galeria condecorada com a Medalha Tiradentes (maior honraria do Estado do Rio de Janeiro), artista plástica e multimídia, webdesign master, colunista cultural, poetisa, curadora de arte e gestora cultural. É verbete da Enciclopédia Itaú Cultural, do Mapa de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e do Catálogo Online de Arte da Nossa Galeria de Arte."





 

Este mês reproduzimos nossa entrevista de janeiro de 2015 com o grande radialista Luiz Antonio Bap! Jornalista e locutor de voz memorável, nosso entrevistado trabalhou nas rádios Solimões, Continental, Novos Rumos (primeira comunitária do Brasil), Nacional, Imprensa, Tupi, Bandeirantes e Tropical.


Xanda - Como começou o seu trabalho de radialista?

Luiz Antonio Bap - Foi em 1980 na Rádio Solimões em Nova Iguaçu no programa Linha Direta com Ismael Lopes de Oliveira, meu guru.

Há anos no rádio, qual foi a entrevista mais marcante?

Foram tantas, mas vou citar duas que me vieram à memória: Patativa do Assaré, talvez o maior poeta popular desse país e o polêmico José Dirceu.

Para você quem foi ou é um grande exemplo de radialista?

Vou citar dois: Ismael Lopes e Cidinha Campos. Hoje, ambos fora do rádio.

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📷  Foto: Adriana Nassar

Com a popularização das rádios web e a sociedade se dirigindo cada vez mais à internet como avalia o futuro das rádios AM e FM?

Vão continuar. AM e FM vão virar rádios digitais. A grosso modo uma coisa só. Estão se reformulando, inclusive já estão na web. Tudo se reformula. Não acabaram não. É como o advento da televisão com o cinema. O cinema continuou.

No seu ponto de vista qual a função social de uma emissora de rádio?

É simples: como qualquer meio de comunicação é tornar comum. Seja entretenimento ou serviço ou qualquer informação. Lógico que sem censura.

Você é Diretor Geral da Rádio Saara, principal forma popular de comunicação do Centro do Rio, que alcança por meio de caixas direcionais mais de 3,5 milhões de ouvintes. Quais desafios ainda encontra?

Ser popular sem ser popularesco. A medida certa de comunicar. Não ser nem “Mauricinho” nem esculhambado demais. E conseguir falar para o seu público sempre. A Rádio Saara hoje é um emblema na comunicação popular. Orgulho-me muito disso.

Que conselho você daria aos radialistas que estão chegando agora?

Na vida 10% é inspiração, é talento; 90% é transpiração, é trabalho.

 

Agradeço a Luiz Antonio Bap pela atenção e disponibilidade para compartilhar sua história com os leitores da coluna Xanda Nascimento ENTREVISTA do Boletim Cultural Digital da Nossa Galeria de Arte.

Xanda Nascimento

 

MAIS LUIZ ANTONIO BAP


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